Brasil Marginal

A gente não deve ser tolo. Até que podemos pensar que somos tolos, nos convencerem que somos de verdade, a ponto de nos convencermos que além de tolos, somos verdadeiros idiotas imbecilizados, chegando a um determinado limite de acreditarmos em tudo que buscam nos fazer engolir.

Os idiotas e imbecis convictos continuam pensando exatamente no sexo dos anjos e pior que isso, brigam, xingam graciosamente e ainda por cima, querem nos convencer que comunista é comedor de criancinhas ou o mais execrável e abominável pedófilo que poder-se-ia existir no Planeta Terra. Essas pessoas perderam a noção e o bonde da história. Ficaram completamente cegas e desmemoriadas, se é que algum dia vieram a pensar com os neurônios da massa encefálica da parte superior do corpo humano.

Não é admissível vermos um Brasil governado por um grupo de psicopatas, por uma teocracia ignara que vive de usurpar à olhos vistos as poucas economias de quem não tem e ainda assim, muitos dos que nada tem a oferecer, mesmo sendo machucados, pisoteados, continuam achando bom e acreditando na pregação farsante, mentirosa e tendenciosa que estão buscando incutir na cabeça de muitos idiotas, imbecilizados, medíocres que não querem e não buscam ver com a clareza da luz solar, a realidade na qual estão nos empurrando ladeira abaixo, num fosso escuro sem fundo.

O país, que se diga a verdade objetiva, direta e sem titubeios, depois que veio a ser manipulado juridicamente pela “Republiqueta de Curitiba”, da ditadura implantada pela Justiça Federal da 4ª Região, que foi e está sendo instrumento da classe social mais rica deste país e de políticos que tem uma visão enviesada e que não lhes toca em momento algum no coração, o sentimento de mundo, está mesmo à deriva, sem um rumo certo, não se sabendo aonde este grandioso navio denominado Brasil, vai realmente aportar, porque por um grande número de pessoas que ainda têm um pouco de conscientização de ver a realidade dos fatos, não se sabe realmente como é que se vai terminar esse império nazi-fascista que estão a todo custo querendo implantar.

Com a implantação da “Republiqueta de Curitiba”, que teve início com o ex-juiz Sérgio Moro, o procurador federal Deltan Dallagnol e sua turma, os desembargadores, alcunhados sabiamente de “Os Três Patetas”, João Pedro Gebran, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus, depois dessa onda da Lava Jato que acabou muitas empresas, gerou milhares de desempregos e condenou muita gente inocente, em nome de um ideário imperialista beirando a loucura hitlerista, são as pessoas que praticamente estão dando as cartas na justiça deste país, a ponto de agirem como se foram a própria Constituição Federal, que já a fizeram de papel higiênico de limpar a bunda depois de uma cagada, e afrontaram desavergonhadamente o SFT, o que só vem a desmoralizar e desacreditar ainda mais a Justiça Brasileira, que na verdade nunca foi esse ouro dezoito, nem na época da fase monárquica, tampouco depois do golpe militar que implantou a república em 1889.

Esse pessoalzinho da “Republiqueta de Curitiba”, é quem está dando as cartas e instrumentalizando a justiça como massa de manobra para atender aos anseios, os projetos de poder de um bando de lacaios, picaretas e desonestos que compõem o poder deste país na atualidade. Pior é a questão de que, todos a tudo assistem e nada fazem. Será que aprendemos desde a época da colonização a ser meros cordeirinhos manobrados ao bel prazer de quem está no poder de mando? – É isso que sempre foi ou no que se tornou o nosso querido Brasil?

Este país na forma como está sendo conduzido, com todo esse desmonte em todos os setores sociais, desajustados, tresloucados mesmos em postos chaves de comando deste Brasil que já não podemos dizer que é nosso, não dá para se vê tudo isso e nada fazer, porque senão seremos cúmplices de tudo isto que estão nos fazendo engolir, sem nada dizer. Por qual razão este povo brasileiro aceita tudo tão passivamente e nada faz? – Será que só vai haver alguma reação quando a rosa já não puder mais ser plantada para nascer?

A onde armamentista, somada a criminalização oficial que estamos vivenciando, não condiz de forma alguma com práticas democráticas de se conduzir os destinos de um país, que na verdade nunca teve tradição democrática, entretanto, ainda assim, não podemos nos deixar assassinar pelos que estão no domínio do poder, incentivando a discórdia, semeando o ódio, o preconceito, a violência entre contrários e pior, dando voz de primeiro matar e perguntar depois. É isso que a “Republiqueta de Curitiba” queria para o Brasil? – Está mais do que na hora de dar um basta em todos esses desmandos e nesse pessoalzinho que ao usar uma toga, se mistura com políticos aéticos, milicianos e oficializam descaradamente a bandidagem que vem lá de cima. O Brasil está sangrando e ninguém vê uma reação e isso não é nada bom.

O toque dessa banda minha gente, tem que ser quebrada de qualquer jeito, quer com um forte movimento popular ou acaso não chegue a vingar, tem que se encontrar outras formas. O que não pode, é se deixar a banda tocar a música fúnebre, deixa-la passar e nada se fazer, porque aí já não se pode fazer mais nada, porque nos finalmente de vez, a se viver no Brasil Marginal.

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Manoel Modesto

Advogado, escritor, poeta e presidente da ABLA (Academia Buiquense de Letras e de Artes)

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